18 de junho de 2018

CINE VÓRTICE




A REVISTA VÓRTICE DE PSICANÁLISE tem o prazer de convidar para mais uma edição do CINE VÓRTICE.
No evento, será exibido o filme "MY FAIR LADY" (George Cukor, Estados Unidos, 1964). Após a exibição será aberta uma pequena discussão sobre o filme.

Data: 14/jul/2018, das 14h às 18h.
Local: Rua Apeninos, 695 – Liberdade, São Paulo/SP.

A sessão terá início, impreterivelmente, às 14h15min.

As inscrições devem ser feitas até o dia 12/jul através do E-mail da REVISTA, informando nome completo (revistavortice@terra.com.br). Só poderão participar do evento as pessoas previamente inscritas, pois haverá uma “lista de presença”. As inscrições estão limitadas a um número de 25 pessoas.

SINOPSE & FICHA TÉCNICA
“MY FAIR LADY” é um filme estadunidense de 1964, do gênero “comédia musical”, dirigido por George Cukor e baseado na peça teatral “Pigmalião” (sucesso da Broadway), de George Bernard Shaw.
O filme conta a história de Eliza Doolittle, uma espivetada mendiga que vende flores pelas ruas escuras de Londres em busca de uns trocados. Em uma dessas rotineiras noites, Eliza conhece um culto e arrogante professor de fonética, Henry Higgins, e sua incrível capacidade de descobrir muito sobre as pessoas apenas através de seus sotaques. Quando ouve o horrível sotaque de Eliza, aposta com o amigo Hugh PiCkering, que é capaz de transformar uma simples vendedora de flores numa dama da alta sociedade, num espeço de seis meses, depois de um rigoroso treinamento. Mas, quando a humilde florista conquista a elite londrina, seu professor vai aprender mais do que uma lição.
Audrey Hepburn nunca esteve tão maravilhosa quanto neste show musical de tirar o fôlego, que ganhou oito Oscar da Academia, incluindo Melhor Filme. A atuação de Hepburn, com seu estilo doce e espirituoso fez de “MY FAIR LADY” um clássico de todos os tempos.

Estados Unidos, 1964, 170 min.
Direção de GEORGE CUKOR, com AUDREY HEPBURN e REX HARRISON.
Roteiro de ALAN JAY LERNER.




8 de abril de 2018

NOTÓRIOS DA PSICANÁLISE: HERMANN NOTHNAGEL




HERMANN NOTHNAGEL (1841-1905), médico alemão, aluno do grande anatomista Karl Rokitansky (1804-1878), originário da Prússia, exerceu as funções de professor de medicina interna na Universidade de Viena, de 1892 a 1905. Hostil ao niilismo terapêutico preconizado por seu mestre e por uma parte do corpo médico vienense, foi um clínico humanista, estimado por seus alunos e preocupado com o sofrimento dos doentes. Isso não o impediu de basear o seu ensino no diagnóstico anátomo-patológico, interessando-se pela patologia do sistema nervoso, do coração e dos órgãos digestivos. Sigmund Freud trabalhou como “aspirante” em sua clínica durante seis meses e meio, de outubro de 1882 a abril de 1883.

OBS.: Este artigo segue as diretrizes biográficas redigidas por Elisabeth Roudinesco e Michel Plon, para o Dicionário de Psicanálise.

3 de março de 2018

EDITORIAL ANO IX



A REVISTA VÓRTICE DE PSICANÁLISE completa em março seu nono ano de existência. O CORPO EDITORAL gostaria de parabenizar a todos pelo esforço e pela participação nesta empreitada psicanalítica.
Desde FREUD, percebemos a importância da LEITURA e da ESCRITA para o desenvolvimento da Psicanálise. Com seus precisos levantamentos bibliográficos nos Artigos Teóricos, bem como na arte de sua escrita, ora romanceada nos Historiais Clínicos, ora metodologicamente perfeita nos Artigos Técnicos, FREUD nos deixou esse legado e essa deliciosa obrigação: LER e ESCREVER.
Em 1925, escreve FREUD, incansável: “É quase humilhante que, após trabalharmos por tanto tempo, ainda estejamos tendo dificuldade para compreender os fatos mais fundamentais. Mas decidimos nada simplificar e nada ocultar. Se não conseguirmos ver as coisas claramente, pelo menos veremos claramente quais são as obscuridades”.
Ficamos, portanto, com esse desafio: perpetuar a LEITURA e a ESCRITA.
Uma LEITURA e uma ESCRITA que permitam um diálogo mais profundo com outras áreas de saber, sempre com o intuito de fazer retornar a Psicanálise às suas origens, ou seja, ser um instrumento de compreensão do Humano, caminhando em direção a uma Ciência Geral da Psique.
Gostaríamos se salientar que a REVISTA não possui qualquer ligação institucional, nem qualquer tipo de registro ou índice de registro acadêmico, dependendo, portanto, do “desejo” e do honesto esforço do CORPO EDITORIAL e dos Autores que queiram participar do convite a um rodopio vertical de ideias, na compreensão do Homem Psicanalítico.
Neste ano de 2018, daremos seguimento ao Encontro de Autores e Leitores da REVISTA, previsto para novembro, com o propósito de favorecer o diálogo com esses dois lugares: LER e ESCREVER.
Teremos também a continuidade do CINE VÓRTICE, agora ampliado em mais encontros, promovendo o diálogo entre Psicanálise e Cinema, no intuito de criar mais um espaço para discussão e, assim, ir em direção a uma clínica mais extensa, que transpasse os limites do consultório padrão. Independentemente da leitura particular desta ou daquela escola psicanalítica, atrelada a determinado autor psicanalítico, deve-se sobrar a Psicanálise. Tentaremos, também, proporcionar o retorno do SARAU, com o objetivo de traçarmos um intercâmbio com a LITERATURA e o TEATRO.
Não podemos esquecer-nos da criação, em 2012, de um sistema de buscas (“Pesquisar na Revista”) e de um espaço reservado para comunicação de nossos leitores (“Palavra do Leitor”). Continuamos com a página no Facebook.
Estamos empenhados em continuar propiciando e aprimorando um espaço aberto de interlocução psicanalítica. Portanto, convidamos todos a participarem com Artigos, Ensaios, Crônicas, e demais formas nas quais a Psicanálise se faz instrumento poderoso.
Estamos em parceria com nossos colegas do SÍTIO – PSICANÁLISE E ACOMPANHAMENTO TERAPÊUTICO (http://www.sitioat.com), parceria esta que promete material valioso.
Mais uma vez, muito obrigado a todos que diretamente ou indiretamente participam desta empreitada.

CORPO EDITORIAL