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O NOME: DA MORTE AO AMOR EM ROMEU E JULIETA (Diego Tiscar)

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Seria possível imaginar instrumento mais simples de apresentação do que o nome? Desde uma apresentação informal ao preenchimento de um cadastro, o nome é a primeira informação exigida. Ao nos referirmos a alguém em comum usamos seu nome, por vezes recorremos ao nome para falar de um estranho, como tentativa de familiarizar nosso interlocutor daquele desconhecido evocado. Uma das primeiras providências tomadas por uma criança ao ganhar uma boneca, um urso de pelúcia ou um animal de estimação, é lhe dar um nome e, a partir deste momento, aquela entidade passa a ser referida como uma pessoa em conversas dentro de casa e entre amiguinhos.
Parte 1: O Nome Não é de hoje que eu reflito acerca dos nomes. Minha experiência analítica, em especial com pacientes psiquiátricos que carregam algum CID, vem tomando um tempo considerável em pensamentos. Antes de começar um grupo psicoterapêutico, em uma instituição de saúde mental, percebi um paciente novo, me apresentei e em seguida perguntei quem era -…